“Esqueça um livro” com Liliane

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Quando era criança descobriu o poder da imaginação. Gostava de fechar os olhos e imaginar histórias, diálogos, personagens e recriar o cotidiano. Ela conta que sua tia ficou um pouco preocupada, pois Liliane Prata já não brincava com bonecas. Gostava mesmo era de deitar na cama, fechar os olhos e imaginar.

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Nascida em Formiga, em 1980, mesmo ano em que José Saramago lançava Levantando do chão, considerado pelos críticos como um dos seus romances fundamentais. Ano em que Mário Quintana ganhava o Prêmio Machado de Assis.

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Desde pequena sabia que queria ser escritora. Aos treze anos escreveu o seu primeiro livro e aos 18 anos escreveu Reconstruindo uma traição, que teve cinco recusas de editoras. E foi escrevendo um e-mail que sua vida tomou um rumo diferente. Dizem que nada acontece por acaso. Liliane escrevia O diário de Debora quando escreveu um e-mail para a editora chefe da Capricho pra contar sobre o projeto. Para sua surpresa a resposta veio alguns dias depois: ela havia adorado a ideia e a convidou para uma coluna na revista. O livro foi publicado e depois adaptado para o teatro. Algum tempo depois estava morando em São Paulo e trabalhando na revista.

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Formada em Jornalismo e em Filosofia acredita que a leitura é capaz de transportar para vários lugares e acredita em seu poder transformador. Diz que assim como Woddy Allen não escreve pela aprovação, mas adora quando os leitores se identificam.

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Atualmente lê cinco livros ao mesmo tempo, que deixa espalhados estrategicamente pela casa. Uma história da leitura, As aventuras de Tom Sawyer, Esferas 1, Mal-estar da civilização e um livro de meditação. Costuma comprar vários exemplares de um livro que gostou para presentear amigos em momentos distintos. Foi o que fez com Os jovens e a leitura, que considera um dos melhores livros que leu este ano.

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Escolheu esquecer Três viúvas, seu recente lançamento. Para ela, o livro foi uma verdadeira companhia. “Quando me contam o que acharam. Então, a vida das viúvas se mistura com a minha e somos companheiras de novo. A história, as personagens e tudo o que vivi com elas voltam a me invadir, e, mais uma vez, somos eu e meu livro, como antigamente”.

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Sobre Felipe Brandão

Sou jornalista, apaixonado por livros, séries, música, viagens e comportamento. Acredito na magia dos encontros verdadeiros e que escrever purifica a alma, acalma o coração e enche a vida de esperança. Em 2013, criei o @EsquecaUmLivro e desde então tenho tido experiências incríveis. Você também pode me encontrar nas redes sociais como @EuFeBrandao.
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